Banda Filarmónica da Associação Musical e Artística Lourinhanense | Onde toca a banda?

Banda Filarmónica da Associação Musical e Artística Lourinhanense

Fundada em 1878

Historial

A Banda da Lourinhã foi fundada em 2 de Janeiro de 1878, com a designação de Filarmónica da Lourinhã, sendo seu fundador e primeiro Maestro o Sr. Anacleto Marcos da Silva. Por volta dos anos trinta, a Banda passou a designar-se Banda dos Bombeiros Voluntários da Lourinhã. Em 1988 constituiu-se a Associação Musical e Artística Lourinhanense, que a integrou. Durante o seu quase século e meio de existência conta, no seu currículo, com inúmeras actuações um pouco por todo o país. Destacam-se os concertos realizados na ex-Emissora Nacional; nas Ruínas do Carmo; no Auditório, ao ar livre, da Fundação Calouste Gulbenkian; no Teatro da Trindade; na Expo-98, etc. etc... No ano de 1990 a Banda deslocou-se à cidade de Augsburg na então Alemanha Ocidental, onde participou num festival de Bandas Civis, com mais de 150 congéneres de vários países da Europa. Nas provas em que foi atribuída pontuação, a Banda ficou classificada em 1ª categoria, com mérito na prova de desfile. Voltou a deslocar-se à Alemanha, no ano de 1993, para participar nas festas da cidade de Calw, onde fez diversas actuações naquela região, tendo obtido grande êxito. Em Maio de 2003, efectuou-se, de um modo honroso, a terceira deslocação da Banda ao estrangeiro, desta vez a Ecully – França, ao abrigo do protocolo de geminação existente ente a vila da Lourinhã e esta cidade francesa e em Junho de 2011 teve lugar a deslocação à vila francesa de Deuil-la Barre também no âmbito do protocolo de geminação com essa vila. Para além destes destaques, a Banda da Lourinhã, também designada Banda da AMAL, tem participado, sempre que possível, em todas as iniciativas onde a sua presença é solicitada, quer a nível local, regional ou mesmo nacional, em festividades, desfiles e concertos. Através dos tempos teve na sua Direcção Artística vários regentes de que se destacam os Maestros: Anacleto Marcos da Silva; Francisco Baía; Carlos Franco; Belmiro de Almeida; Manuel Maria Baltazar; Élio Salsinha Murcho, João Alberto de Menezes dos Santos e, actualmente, Fernando Palacino.

Última Atualização: 19/04/2020